domingo, 23 de outubro de 2011

1º Conto de Halloween: Reflexo

Toco o vidro frio
e uma única e ultima lágrima cai
meu folêgo se vai
não respiro mais
só olho e me vejo novamente.
Sou o reflexo
do reflexo
do reflexo
do reflexo
do reflexo...
de alguém que já neste espelho
de alguém que foi lacrado neste espelho.


~~~~~~x~~~~~~
Rés uma lenda que a alma de alguém pode ser presa dentro do espelho.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Atualizando

 Já faz bastante tempo que eu não posto nada aqui, então eu devo ter algo para falar, não acham? Primeiro de tudo, tive que fazer uma "reeducação alimentar", ou seja, uma dieta. A coisa não é tão difícil como dizem que é, só a parte de me manter longe dos doces que é uma tortura.
 Segundo, me inscrevi em outros sites por ai e por aqui, além de que agora, se eu tiver vontade e paciência, vou tentar descobrir como usar um programa de pintura que eu tenho. E também tentar arranjar um professor de piano, mas enquanto isso não acontece, vai piano online mesmo.
 Somente isso posso informar por enquanto. Until soon, readers!!

terça-feira, 5 de julho de 2011

segunda-feira, 27 de junho de 2011

No escuro

já faz algum tempo que não posto, mas agora tenho algo a contar: eu estou no escuro. Literalmente. Faltou luz aqui e dessa vez ela não volta até amanhã. Isso começo como uma simples falta de luz lá pelas 2:00 da tarde, mas já são quase 8:00 horas e a coisa continua na mesma. Umas 6 horas sem luz, mesmo que para mim isso não foi um problema, pois fui dormir depois do começo do apagão e só acordei agora, mas tenho coisas a fazer que terão de ser cumpridas à luz de lanternas.
Outra notícia: não consigo colorir as letras nem deixá-las em itálico, então fica assim mesmo. Até o futuro.

domingo, 5 de junho de 2011

Novidades

 Continuo viva aqui, só um pouco sonolenta demais. Desta vez eu tive um motivo para não postar: o meu Norton fez com que o meu navegador (Intenet Explorer) parasse de funcionar, então eu tive que pedir para um conhecido meu, que sabe mecher com essas coisas, ver se ele consertava a situação e ele consertou, mas eu acabei ficando um tempo sem antí-vírus (é assim que se escreve?) e como eu já perdi um computador para esses maltidos vírus infernais, eu não quis me arriscar a ser pega de surpresa e perder meus dados, DE NOVO.
 Agora, obviamente, está tudo bem e eu estou mais feliz
 Nada mais a declarar.  Auf Wiedersehen!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Viajem curta, mas boa

 Há alguns dias atrás eu fui viajar para Gramado, só para relaxar um pouquinho. Lá, como em qualquer outro lugar, fiz algo que adoro: compras. Digo o seguinte: em Gramado pode não haver shoppings, mas esse é o preço para poder andar nas ruas com calma e segurança.
 E a melhor coisa: eu comprei uma caneta. De pena. É de pena mesmo! Tem mesmo uma parte de metal e é um pouco... grande ou extravagante se preferir chamar assim (ou era de pena verde ou de laranja e eu não acho que verde combina tanto assim comigo), mas funciona.
 Outra coisa que eu comprei fui uma, digamos, caixinha de música. Na verdade é mais uma estatuazinha de um cachorrinho, mas toca uma música linda. Acho que vou tentar achar um CD com músicas de caixinhas de músicas.
 Não tenha nada a mais para contar. Até breve, internautas.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Esperando pelo Adeus- Final

Esperando pelo Adeus
No meio de uma tarde, depois de eu ter comido, Ela me chamou com a minha coleira na mão. Nós fomos de carro até o nosso local secreto, o qual parecia não ter mudado nada, mesmo que já tivessem se passado alguns anos desde a última vez que eu estive lá. Eu estava pulando de alegria e Ela amarrou parte da guia em uma árvore magra, depois Ela disse para eu ficar. Eu percebi que Ela tinha esquecido a velha bolinha de tênis que Ela ia voltar para pegá-la, então eu me sentei e vi Ela se afastar. Eu fiquei esperando. Os pássaros haviam parado de cantar e o céu estava escurecendo, mas eu só pensava em obedece-lá.
O tempo foi passando, ficando cada vez mais frio e os dias se tornaram mais curtos. Eu sentia fome e minha coleira apertava tanto o meu pescoço a ponto de me causar dor. Eu estava esperando. Estava só esperando ela voltar, sem nenhum som a minha volta, no silencio total. Alguns flocos de neve começaram a cair, formado uma linda paisagem.
Estava frio. Eu estava cansada. Eu dormi. Quando eu acordei, eu não sentia mais fome, nem frio, nem dor e nem a coleira apertando o meu pescoço. Eu não sentia a neve sob minhas patas. Eu não sentia os flocos de neve que caiam e nem o vento que soprava. Eu não sentia mais nada. Eu só esperei e esperei Ela voltar. As estações passaram, mas eu não senti.
Está começando a nevar de novo e eu continuo aqui, no lugar onde Ela me deixou. Continuo esperando. Continuo esperando Ela voltar e tocar meu pelo, mesmo que eu não sinta. Continuo esperando para dizer adeus.


Foto: Karol`s corner

Esperando pelo Adeus- 3ª parte

Esperando pelo Adeus
Da primeira vez em que me aproximei do filhote, este estava nos braços dela, rindo e sorrindo. Ela estava sentada no sofá e eu subi nele lentamente, para ter certeza de que eu podia me aproximar. O filhote tinha ainda cheiro de leite e ao me ver, agarrou minha orelha, mas eu não lati nem fiz nada, pois não queria fazer mau àquela doce criatura, tão pequena e indefesa. Aquela foi a única vez em que eu e aquele filhote nos tocamos, pois da outra vez em que me aproximei dele, foi enquanto o pequeno chorava e eu tentei acalmá-lo, mas Ele estava por perto e ao me ver perto do filhote, me chutou e me trancou em outro quarto. Desde aquele dia eu nunca mais pude chegar perto de onde o filhote estava.
Os dias foram se passando e a vida seguiu. Eu já não era tão jovem como antes, eu não era mais um filhote de pelo macio, mas ainda tinha muita energia. Com o passar do tempo, eu acabava sendo menos alimentada, alguns dias até passava direto sem comida. Eu pensava que eles deviam estar com dificuldades para arranjar comida para mim. Nesses tempos, Ela olhava para mim com um rosto preocupado e pensativo, nunca me olhando nos olhos como antes fazia, mas nós todos estávamos bem e felizes.

Esperando pelo Adeus- 2ª parte

Esperando pelo Adeus
Os dias das flores e da volta dos pássaros chegaram. Ela estava diferente, muito nervosa e Ele não estava por perto. Eles passaram alguns dias assim, até o dia em que Ela demorou a manhã e a tarde todo para voltar. Quando Ela voltou, Ele a estava carregando, mas ninguém me viu. Só na manhã seguinte Ela me chamou e nós passamos um bom tempo juntas, como há semanas não fazíamos.
Durante muito tempo tudo parecia ter voltado ao normal, até um dia em que pessoas estranhas entraram na casa. Eles traziam coisas grandes e baldes com um cheiro muito forte, que irritava meu nariz. Eram muitos deles entrando de uma vez só, todos indo para o mesmo quarto e o bagunçando, então eu comecei a latir para fazê-los parar, mas Ele veio e me trancou em outro cômodo, mas eu não entendia o porquê de Ele deixar invasores entrarem e mexerem na casa. Levou muito tempo até Ela chegar e me tirar de lá, mas quando sai, o quarto estava muito diferente: estava com uma cor mais clara, uma gaiola branca com a parte de cima aberta e vários brinquedos por toda a parte.
Nos meses seguintes Ela começou a engordar. Seu cheiro e seu modo de agir também mudaram: Ela ficou mais carente e como Ele não podia ficar com Ela o dia todo, eu ficava e me sentia feliz, pois já fazia algum tempo que eu não ficava ao lado dela. Eu só me deitava com minha cabeça em suas pernas e Ela me acariciava. Eu gostava de lambê-la e alegrá-la, e confortá-la. O tempo foi passando e Ela ficou mais gorda, até que um dia, enquanto eu estava ao seu lado, Ela começou a se sentir mal e um líquido de cheiro estranho molhou o sofá em que nós estávamos sentadas. Naquele momento eu sabia que algo estava errado. Se passando alguns minutos, eu ouvi Ele chegar em casa e fui até ele latindo, tentando avisar que algo estava errado, mas Ele me empurrou para longe e depois levou Ela para fora de casa. Eu tentei ir junto, mas Ele fechou a porta e me deixou sozinha.
Eu fiquei dias sozinha, somente esperando Ela voltar e a cada som que eu ouvia, ficava esperançosa de que fosse Ela. Quando a porta finalmente se abriu, somente Ele entrou. Tudo que Ele fez foi botar um pouca de comida para mim e sair de novo antes mesmo de eu ter terminado de comer.
No dia em que Ela voltou, Ela trazia algo em seus braços e tinha uma expressão calma e feliz no rosto. Ela entrou no quarto que tempos antes tinha sido invadido por estranhos e colocou aquela coisa dentro da gaiola branca. Eu não pude me aproximar para ver, pois Ele havia quase me chutado quando tentei entrar no quarto, mas mesmo assim percebi pelo cheiro que aquilo era um filhote e, pela maneira pela qual Ela o tratava, o filhote era dela.

Esperando pelo Adeus- 1ª parte

* O personagem principal, para ficar claro, é uma cadelinha.
Esperando pelo Adeus
Estava nevando. Estava ensolarado, mas frio, exatamente como naquela tarde. Eu ainda me lembro de tudo, desde o começo.
Eu ainda era pequena, menor que meus irmãos, mas mesmo assim Ela me escolheu. Ela ficou olhando todos nós correndo e brincado e depois, chegou mais perto. Eu fui a primeira a me aproximar e lambi a mão dela. Ela estava sorrindo. Ela tocou minha cabeça e me levou para seu lar. Não era muito grande, mas bastava, desde que eu estivesse junto dela.
Durante muito tempo fomos só nós duas, brincado e acariciando uma a outra. Me lembro de um dia em que eu acordei e que Ela não estava lá. Eu comecei a chamá-la, mas Ela não vinha. Eu segui seu cheiro até a porta e fiquei esperando. Eu fiquei feliz quando Ela voltou e Ela estava com um cheiro diferente. Desde aquele dia, Ela saia cedo e eu ia até a porta esperá-la voltar, sem comer, beber ou dormir até ver que Ela estava lá.
Todas as semanas, nós duas íamos a um lugar que ficava longe dos prédios, no meio de um campo deserto, que só nós duas conhecíamos. Nós ficávamos horas e horas brincando lá e Ela sempre trazia uma bolinha de tênis que Ela lançava para longe e que eu trazia de volta para Ela. Eu me sentia viva e sentia que eu e Ela éramos um só e que nada nos separaria.
Quando os dias ficaram mais frios Ela começou a voltar mais tarde, trazendo sempre um mesmo odor. Um dia Ela voltou com outra pessoa, uma homem, o qual tinha um cheiro já familiar. Ele comeu conosco aquele dia e começou a vir com mais frequência, até que Ele ficou conosco.
Ele e Ela pareciam se gostar, ficavam juntos e riam juntos, às vezes chegando a me deixar de lado, mas isso não importava, pois Ela sempre arranjava um tempo para brincar comigo. Ele, por outro lado, nunca tentou se aproximar de mim, me ignorava e quando eu o lambia, Ele afastava as mãos, mas com o tempo eu aprendi a conviver com Ele: eu ficava do meu lado e Ele no dele.

Anunciamento

 Bah, já faz um mês inteiro que eu não posto! Mas eu tenho meus motivos e agora e realmente tenho algo para postar que vai entreter quem estiver lendo isto por um tempinho: um novo conto.
 Esse não será como o "Sobreviventes do Destino", não, eu já desisti dele. Esse já está totalmente terminado e é bem mais curto. Só uma coisa: é um conto triste e algo como uma campanha ante abandono de animais.
  Aproveitem.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Livro: Sensitivos

 Uma livro ótimo, de qual vou falar mais assim que tiver mais tempo, oque não é o caso, mas procurem na internet, pois o livro é simplesmente incrível.
 Como estou em uma epoca em que tenho de me dedicar muito a outras coisas, não vou postar com tanta frequencia, mas vou tentar.
 Bye bye!!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Perfeccionismo

 Não postei isto antes pois, quando arranjei um tempo para isso, minha internet resolveu tirar férias.
 Perfeccionismo. Já é difícil de se falar isso, além de assustar hipopotamonstrosefobiacos (Deus meu! Se eu escrevi errado, a culpa é de quem nomeou essa fobia) e infernizar e ao mesmo tempo ajudar a vida de quem tem isso. O pior foi que hoje eu tive uma crise disso e fiquei das duas da tarde até agora fazendo um desenho sabendo que eu podia fazer algo mais simples e rápido, mas sabem o que dizem: " A pressa é inimiga da perfeição".
 É melhor eu e quem mais estiver lendo isto a essa hora ir dormir. Good night..... <3

quinta-feira, 10 de março de 2011

Coisa mais estranha...

 Tá bem, meu subconsiente anda meio estranho por esses dias, só pode ser isso. O que acontece é que eu sonhei ontem que minha cachorrinha estava sangrando e, não sei porque, eu achei que ela estava tendo sangramento interno graças a uma bolsa que tinham botado em cima dela. Depois eu peguei ela e fui em direção ao carro para levá-la ao veterinário, mas a deixei cair no chão. Ela parecia bem, mesmo toda ensanguentada e eu não estava nervosa, mas deixei ela cair no chão de novo! E o sonho acaba comigo colocando ela no carro e ... Bem, ai eu acordo, né.
 No outro sonho que eu tive hoje, (Eu acho que dei uma de vidente) eu estava blogando como agora e fazendo mais alguma coisa que eu acho que nunca vou lembrar.
 Eu tenho que tentar descobrir o que o primeiro sonho quer dizer, se alguém tiver um site que seja um "Dicionário dos Sonhos" comenta dele ai nos... comentários.
Não tenho mais nada para dizer, ainda mais as 7 da manhã.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Deus, essa foi por um triz! Cuidado com o Cara de Vermelho!!!

 Olhem só o que me acontece: aqui estava eu, vendo uns vidêos no YouTube (sério, eu tenho que parar de ver o tantos vidêos, já tá virando doença) e tudo mais, só que percebo que as coisas estão meio agitadas pela casa e vou dar uma olhadinha no que ouve. Bem, o que ouve foi isso: um cara (ladrão, viciado, um coisa ruim de vermelho) tinha pulado o muro e entrado nos fundos da casa. E a porta tava aberta. Acho que ele só fugiu porque tava com pressa (fugindo da policia? Devendo dinheiro pra outro coisa ruim?) ou porque ouviu o nosso cachorro latir. Se foi a segunda opção, ainda bem que ele só ouviu, pois quem latiu foi um salsicha em miniatura. O incrível foi que ele apareceu bem depois que a minha irmã saiu dos fundos. Incrível? Ou a palavra certa seria planejamento? Não sei, mas coitado do vizinho, porque o cara foi pra lá. E espero que não volte!
 Nunca se esqueçam de trancar as portas, que o cara de vermelho ainda tá por ai!!! 

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Todos contra Dante. Uma realide dura de alguém que perdeu o direito de viver!

Todos contra Dante foi o livro que eu acabei de ler que foi baseado na história real de uma garota de 13 anos que foi morta pelos colegas. Eu não me conformo! Como as pessoas podem ser tão burras! A garota tinha discutido com uma colega e acabou espancada e morta! Como alguém dessa idade pode ser tão cruel? Como alguém pode querer ver outra pessoa sofrer?!!! Ela era só uma garota!!! Ela nem tinha vivido!!! Por quê? Por quê?!!! Como foi possível? Como alguém pode querer fazer um colega sofrer? A garota foi morta pelos colegas! Eu estou chorando agora porque eu imagino como a garota de ter se sentido. Ela foi espancado, sentiu dor, desespero por ser ferida por pessoas conhecidas e estas pessoas devem estar onde deviam: Vivendo em uma casa caindo aos pedaços, pois eu duvido que alguém realmente queira deixar uma pessoas que matou outra da mesma idade aos 13 trabalhar junto dela! O mundo é redondo e as pessoas que fizeram aquilo ganharam o que pediram.!!!!!!!!
É muito mais fácil torturar alguém a ajudá-lo.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Tô viva. É, tô viva.

 Bem, eu andei não postando porque estou de férias na praia, tá fazendo um tempo bom, calor e um mar com boas ondas. Eu acabei de voltar da praia, tinha entrado no mar com meu pai e minha irmã, nós estávamos nadando, pegando umas ondas, as ondas estavam altas, estava bandeira amarela, a gente resolveu voltar para descansar um pouco na areia, e nós fomos andando, mas não saiamos do lugar. Meu pai começou a levar minha irmã pela mão, mas eu não ia. Eu tentei pisar na areia pra pegar impulso, mas não deu e eu só pude tentar nadar, graças a Deus que eu fiz aulas de natação e que uma onde me empurrou pra frente, porque se não, eu não estava aqui.
Hum. Rotina atual: 14h-almoçar; 15h-ir para praia; 18h e 30min-quase morrer afogada. Prefiro a rotina do ano letivo.
 Agora eu tô cansada. Vou tomar banho e dormir um pouco. Se cuidem.